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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Qualidade de vida no trabalho.


Vivemos numa sociedade em mudanças e num momento excitante para as organizações. A sociedade percebe que a Qualidade de Vida e a Saúde são ativos importantes, envolvendo dimensões física,intelectual, emocional, profissional, espiritual e social. Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas. Baixa motivação, falta de atenção, diminuição de produtividade e alta rotatividade criam uma energia negativa que repercute na família, na sociedade e no sistema médico. Segundo Domenico de Masi, vivemos e trabalhamos numa sociedade do futuro, mas continuamos a usar os instrumentos do passado.Felizmente, para algumas empresas inovadoras e conscientes, este cenário não faz parte de sua realidade atual. As dez melhores empresas para se trabalhar (Guia Exame 2001) transformaram o ambiente de trabalho e a Saúde emocional e física em vantagem competitiva, tendo plena convicção estratégica de que quanto mais eliciar satisfação, mais retorno terão em produtividade, criando assim a visão de uma organização mais privilegiada, competitiva e equilibrada.

Definição:

Segundo a Organização Mundial da Saúde, Qualidade de Vida é um conjunto de percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que vivem, e em relação a suas metas, expectativas, padrões e preocupações.

Objetivos

Programas de saúde é a ciência e a arte de ajudar pessoas a modificar seu estilo de vida em direção a um ótimo estado de saúde, sendo esta compreendida como o balanço entre a saúde física, emocional, mental, social e espiritual. (american journal, 1989).

Os programas de Saúde e QV objetivam facilitar mudanças no estilo de vida, combinando ações e campanhas para consciência, comportamento e envolvimento, que suportem suas práticas de saúde e previna doenças.

Qualidade de Vida no Trabalho

O propósito de um programa de Qualidade de Vida ou Promoção de Saúde nas Organizações é encorajar e apoiar hábitos e estilos de vida que promovam saúde e bem estar entre todos os funcionários e famílias durante toda a sua vida profissional.

Um programa de Qualidade de Vida existe para gerar estratégias com o intuito de promover um ambiente que estimule e dê suporte ao indivíduo e à empresa, conscientizando sobre como sua saúde está diretamente relacionada à sua qualidade e produtividade.

Não é suficiente ter em mente mudar relevantemente o estado de saúde dos profissionais mas também encorajá-los a cuidarem e gerenciarem sua própria saúde, adquirindo um ganho substancial na sua satisfação e crescimento, assim como no aumento de produção e redução de custos para a empresa

Benefícios

Melhoria da produtividade

Empregados mais alertas e motivados

Melhoria da imagem corporativa

Menos absenteísmo

Melhoria das relações humanas e industriais

Baixas taxas de enfermidade

Melhoria da moral da força de trabalho

Redução em letargia e fadiga

Redução de turnover

Missão Estratégica

A missão estratégica de um programa de Qualidade de Vida canaliza seus esforços para alcançar os seguintes resultados:

• Aumentar os níveis de SATISFAÇÃO E SAÚDE do colaborador/ consumidor/ comunidade. (Força de trabalho mais saudável)

• Melhorar o CLIMA ORGANIZACIONAL (ambiente, relações e ações saudáveis)

• Afetar beneficamente no processo de FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO humano, agregando competências (capacidade e atributos)

• Influenciar na diminuição da PRESSÃO NO TRABALHO e do DISTRESSE individual e organizacional (Menor absenteísmo/rotatividade; Menor número de acidentes)

• Melhorar a capacidade de DESEMPENHO das atividades do dia-a-dia. (Maior produtividade)

As dimensões da Saúde Integral e Qualidade de Vida

Para efeitos didáticos, dividimos a Saúde em Seis Dimensões: FÍSICA, EMOCIONAL, INTELECTUAL, PROFISSIONAL, SOCIAL e ESPIRITUAL.


Estas dimensões facilitam a consciência e o desenvolvimento da saúde integral, assim como a possibilidade de se ter uma visão sistêmica e seu posterior equilíbrio e expansão, pois sabemos que na vida sempre estamos buscando uma inter-relação harmoniosa dos vários aspectos e dimensões do ser humano.



Desde que o mundo exigiu novas e complexas interações em termos de excelência em relação à produtividade e a qualidade dos serviços prestados, estamos tendo que constantemente se adaptar à todos estes estímulos, comprometendo de alguma forma nosso aprendizado e saúde. Afina de contas, se sentir mal no tempo e no espaço não é mais privilégio de nenhum astronauta. O psiquiatra Carl Gustav Jung dizia que se as coisas vão mal no mundo, algo deve estar mal comigo. Assim seria sensato, em primeiro lugar, ficar bem. Viver uma vida vibrante e feliz, na qual se utiliza o máximo que possui, com enorme prazer é um objetivo de vida. É o que dá qualidade à vida.

Eduardo Carmello


Fonte:
Vivemos numa sociedade em mudanças e num momento excitante para as organizações. A sociedade percebe que a Qualidade de Vida e a Saúde são ativos importantes, envolvendo dimensões física,intelectual, emocional, profissional, espiritual e social. Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas. Baixa motivação, falta de atenção, diminuição de produtividade e alta rotatividade criam uma energia negativa que repercute na família, na sociedade e no sistema médico. Segundo Domenico de Masi, vivemos e trabalhamos numa sociedade do futuro, mas continuamos a usar os instrumentos do passado.Felizmente, para algumas empresas inovadoras e conscientes, este cenário não faz parte de sua realidade atual. As dez melhores empresas para se trabalhar (Guia Exame 2001) transformaram o ambiente de trabalho e a Saúde emocional e física em vantagem competitiva, tendo plena convicção estratégica de que quanto mais eliciar satisfação, mais retorno terão em produtividade, criando assim a visão de uma organização mais privilegiada, competitiva e equilibrada.

Definição:

Segundo a Organização Mundial da Saúde, Qualidade de Vida é um conjunto de percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que vivem, e em relação a suas metas, expectativas, padrões e preocupações.

Objetivos

Programas de saúde é a ciência e a arte de ajudar pessoas a modificar seu estilo de vida em direção a um ótimo estado de saúde, sendo esta compreendida como o balanço entre a saúde física, emocional, mental, social e espiritual. (american journal, 1989).

Os programas de Saúde e QV objetivam facilitar mudanças no estilo de vida, combinando ações e campanhas para consciência, comportamento e envolvimento, que suportem suas práticas de saúde e previna doenças.

Qualidade de Vida no Trabalho

O propósito de um programa de Qualidade de Vida ou Promoção de Saúde nas Organizações é encorajar e apoiar hábitos e estilos de vida que promovam saúde e bem estar entre todos os funcionários e famílias durante toda a sua vida profissional.

Um programa de Qualidade de Vida existe para gerar estratégias com o intuito de promover um ambiente que estimule e dê suporte ao indivíduo e à empresa, conscientizando sobre como sua saúde está diretamente relacionada à sua qualidade e produtividade.

Não é suficiente ter em mente mudar relevantemente o estado de saúde dos profissionais mas também encorajá-los a cuidarem e gerenciarem sua própria saúde, adquirindo um ganho substancial na sua satisfação e crescimento, assim como no aumento de produção e redução de custos para a empresa

Benefícios

Melhoria da produtividade

Empregados mais alertas e motivados

Melhoria da imagem corporativa

Menos absenteísmo

Melhoria das relações humanas e industriais

Baixas taxas de enfermidade

Melhoria da moral da força de trabalho

Redução em letargia e fadiga

Redução de turnover

Missão Estratégica

A missão estratégica de um programa de Qualidade de Vida canaliza seus esforços para alcançar os seguintes resultados:

• Aumentar os níveis de SATISFAÇÃO E SAÚDE do colaborador/ consumidor/ comunidade. (Força de trabalho mais saudável)

• Melhorar o CLIMA ORGANIZACIONAL (ambiente, relações e ações saudáveis)

• Afetar beneficamente no processo de FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO humano, agregando competências (capacidade e atributos)

• Influenciar na diminuição da PRESSÃO NO TRABALHO e do DISTRESSE individual e organizacional (Menor absenteísmo/rotatividade; Menor número de acidentes)

• Melhorar a capacidade de DESEMPENHO das atividades do dia-a-dia. (Maior produtividade)

As dimensões da Saúde Integral e Qualidade de Vida

Para efeitos didáticos, dividimos a Saúde em Seis Dimensões: FÍSICA, EMOCIONAL, INTELECTUAL, PROFISSIONAL, SOCIAL e ESPIRITUAL.


Estas dimensões facilitam a consciência e o desenvolvimento da saúde integral, assim como a possibilidade de se ter uma visão sistêmica e seu posterior equilíbrio e expansão, pois sabemos que na vida sempre estamos buscando uma inter-relação harmoniosa dos vários aspectos e dimensões do ser humano.



Desde que o mundo exigiu novas e complexas interações em termos de excelência em relação à produtividade e a qualidade dos serviços prestados, estamos tendo que constantemente se adaptar à todos estes estímulos, comprometendo de alguma forma nosso aprendizado e saúde. Afina de contas, se sentir mal no tempo e no espaço não é mais privilégio de nenhum astronauta. O psiquiatra Carl Gustav Jung dizia que se as coisas vão mal no mundo, algo deve estar mal comigo. Assim seria sensato, em primeiro lugar, ficar bem. Viver uma vida vibrante e feliz, na qual se utiliza o máximo que possui, com enorme prazer é um objetivo de vida. É o que dá qualidade à vida.

Eduardo Carmello


Fonte:http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=a7o2sdrwi

terça-feira, 18 de maio de 2010

Palestra do dia 14/05/2010 - Semana Acadêmica. IESA.

Mercado de capitais é um sistema de distribuição de valores mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabiliza o processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas.

Os principais títulos negociados (título mobiliário) representam o capital social das empresas, tangibilizado em suas ações ou ainda empréstimos tomados pelas empresas, no mercado, representado por debêntures que são conversíveis em ações, bônus de subscrição e outros papéis comerciais. Esta constituição permite a circulação de capital e custeia o desenvolvimento econômico.

No mercado de capitais ainda podem ser negociados os direitos e recibos de subscrição de valores mobiliários, certificados de depósitos de ações e outros derivativos autorizados à negociação.

Seu objetivo é canalizar as poupanças (recursos financeiros) da sociedade para o comércio, a indústria, outras atividades econômicas e para o próprio governo. Distingue-se do mercado monetário que movimenta recursos a curto prazo, embora tenham muitas instituições em comum.

Nos países capitalistas mais desenvolvidos os mercados de capitais são mais fortes e dinâmicos. A fraqueza desse mercado nos países em desenvolvimento dificulta a formação de poupança, sendo um sério obstáculo ao desenvolvimento, obrigando esses países a recorrerem ao mercado de capitais internacionais.

CBO - Código Brasileiro de Ocupações.


Por meio desta publicação o Ministério do Trabalho e Emprego - MTE disponibiliza à sociedade a nova Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, que vem substituir a anterior, publicada em 1994.

Desde a sua primeira edição, em 1982, a CBO sofreu alterações pontuais, sem modificações estruturais e metodológicas. A edição 2002 utiliza uma nova metodologia de classificação e faz a revisão e atualização completas de seu conteúdo.

A CBO é o documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro. Sua atualização e modernização se devem às profundas mudanças ocorridas no cenário cultural, econômico e social do País nos últimos anos, implicando alterações estruturais no mercado de trabalho.

A nova versão contém as ocupações do mercado brasileiro, organizadas e descritas por famílias. Cada família constitui um conjunto de ocupações similares correspondente a um domínio de trabalho mais amplo que aquele da ocupação. O banco de dados do novo documento está à disposição da população também em CD e para consulta pela internet.

Uma das grandes novidades deste documento é o método utilizado no processo de descrição, que pressupõe o desenvolvimento do trabalho por meio de comitês de profissionais que atuam nas famílias, partindo-se da premissa de que a melhor descrição é aquela feita por quem exerce efetivamente cada ocupação.

Estiveram envolvidos no processo pesquisadores da Unicamp, UFMG e Fipe/USP e profissionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai. Trata-se de um trabalho desenvolvido nacionalmente, que mobilizou milhares de pessoas em vários pontos de todo o País.

A nova CBO tem uma dimensão estratégica importante, na medida em que, com a padronização de códigos e descrições, poderá ser utilizada pelos mais diversos atores sociais do mercado de trabalho. Terá relevância também para a integração das políticas públicas do Ministério do Trabalho e Emprego, sobretudo no que concerne aos programas de qualificação profissional e intermediação da mão-de-obra, bem como no controle de sua implementação

http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/saibaMais.jsf

terça-feira, 11 de maio de 2010

Aula dia 30/04/2010


Recrutamento e Seleção.


Um dos desafios do profissional de RH e promover uma seleção que de bons resultados, usando como artifício para os candidatos seus conhecimentos de desvendando cada tipo de candidato que estiver no processo.

Para um bom andamento do processo os pré requisitos a serem analizados para a realização do processo e o custo da seleção os risco e os recursos da oranização e logo após vem o planejamento da seleção. A Entrevista poderá ser estruturada e não estruturada . Na entrevista estruturada a maior preocupação é extrair o máximo de informações do candidato e a não estruturada é mais informal e deixa o candidato mais a vontade.

O outro ponto bem impotante é agilizar o recrutamento e a seleção, mantendo sempre um arquivo em dia e se possivel ter um bando de dados informatizado, outro ponto importante é ao ligar para o candidato é falar sempre com ele informando o dia, o horário e o local, se caso o candidato não estiver em casa pedir outro número para contato e falar diretamente com ele.

Contudo é sempre muito bom informar o salário e quando o processo for concluido tudo que a vaga foi preechida, mas nada impede de futuras contratações pois, a informações dos canditatos continuaram no banco de dados da empresa.

Aula dia 23/04/2010.


Mercado em Pane.
(Correio Braziliense dia 18 de abril de 2010)

Com o crescimento exorbitante da frota de veiculos do DF, a demanda de serviços também aumenta da mesma proporção acontece que está área de serviços para autos esta entrando em decadência no mercado de trabalho.
O cenário deste setor esta um pouco complicado, pois existem profissionais para área, mas os mesmos não possuem a qualificação exigida pelo mercado. Alguns gestores de empresas do ramo afirmam que nessas empresas chegam até curriculos bons, mas esses profissionais não sabem lhe dar com o cliente isso é essencial.
Por outro lado os profissionais que estao no mercado se especializando na area esses profissionais são altamente dispultados pelas empresas. Acontece que o trabalho é muito pesado e manual e muitos param de estudar.

Aula dia 16/04/2010



Nesta Aula levamos a discussão em sala, o termo:


Andragogia: é a arte ou ciência de orientar adultos a aprender, segunda a definição creditada a Malcolm Knowles , na década de 1970. O termo remete a um conceito de educação voltada para o adulto, em contraposição à pedagogia, que se refere à educação de crianças (do grego paidós, criança).
Para educadores como Pierre Furter (1973), a andragogia é um conceito amplo de educação do ser humano, em qualquer idade. A UNESCO, por sua vez, já utilizou o termo para referir-se à educação continuada.
Ciência que estuda as melhores práticas para orientar adultos a aprender. É preciso considerar que a experiência é a fonte mais rica para a aprendizagem de adultos. Estes são motivados a aprender conforme vivenciam necessidades e interesses que a aprendizagem satisfará em sua vida. O modelo andragógico baseia-se nos seguintes princípios.
1. Necessidade de saber: adultos precisam saber por que precisam aprender algo e qual o ganho que terão no processo.
2. Autoconceito do aprendiz: adultos são responsáveis por suas decisões e por sua vida, portanto querem ser vistos e tratados pelos outros como capazes de se autodirigir.
3. Papel das experiências: para o adulto suas experiências são a base de seu aprendizado. As técnicas que aproveitam essa amplitude de diferenças individuais serão mais eficazes.
4. Prontidão para aprender: o adulto fica disposto a aprender quando a ocasião exige algum tipo de aprendizagem relacionado a situações reais de seu dia-a-dia.
5. Orientação para aprendizagem: o adulto aprende melhor quando os conceitos apresentados estão contextualizados para alguma aplicação e utilidade.
6. Motivação: adultos são mais motivados a aprender por valores intrínsecos: autoestima, qualidade de vida, desenvolvimento.





VOU REPETIR.
(Correio Braziliense, 11 de abril de 2010.)

Escolher a profissão a seguir nem sempre é uma tarefa muito fácil. Sempre tem alguém que quer dar pitaco nas nossas escolhas, mas o que deve ser levado em conta é a área que você mais se identifica.
O que acontece e que muitos saem do ensino médio e já encaram uma faculdade em uma pesquisa feita informa que 33% dos alunos de instituições federais não chegam a concluir o curso superior e que 44,7% nas instituições privadas também não chegam até o fim do curso.
É bem comum escutarmos historia de país que idealizaram a profissão para o seu filho desde que ele nasceu, com isso essa pessoa cresce com essa sobrecarga nos ombros e precipitadamente toma a decisão que todos gostariam, e depois de um tempo percebe que não tem nada a ver com ele e para frustração de todos e ele desiste. Isso acontece todos os dias, todos nos um dia já vimos, presenciamos ou escutamos uma historia assim. O importante e sempre ter bastante dialogo os pais num querem o mal dos filhos, mas chega uma hora em nos temos que tomar nossas próprias decisões e saber o que fazer naquele determinado momento se for para ser será se não for o importante e o profissional ser feliz na área que ele escolher.

Aula dia 09/04/2010



Sexta-Feira Santa.











LIGEIRAMENTE PREOCUPADAS.
( Correio Braziliense, dia 4 de abril de 2010.)

A licença maternidade tem sido uma preocupação para os empresários, de pequenas e médias empresas. No inicio desse ano mulheres que tivessem seus filhos teriam o direito de não mais 120 e sim 180 dias, com essa mudança o mercado de trabalho esta tendo um pequeno problema na contratação de mulheres na idade fértil.
Prós e Contras:
• Ao ficar mais tempo com o filho, a mãe tem a tranqüilidade de saber que, ao ter que deixá-lo aos cuidados de outra pessoa, quando o prazo da licença acabar, ele estará mais forte e com a imunidade muito maior. O recém-nascido é frágil e não tem imunidade à medida que é alimentado com leite materno ele vai ganhando mais imunidade.
• Essa mãe será mais produtiva quando retornar ao trabalho, pois a preocupação com o bebe será bem menor e essa mãe gastará bem menos tempo no medico.
• O afastamento de uma funcionária por conta da maternidade caracteriza uma situação transitória pela qual passa a organização, justificando a contratação por tempo determinado.
• Pequenas e médias empresas serão as empresas que mais sofreram com esta nova lei, pois pelo fato de ter números menores de funcionários eles não teriam a disponibilidade de colocar outro funcionário no lugar daquela mãe que estaria gozando da licença maternidade, por estes motivos essas empresas não investiriam mais em contratações de mulheres na idade fértil.

Aula dia 02/04/2010


Tipos de Portifólio.
Existem pelos menos três tipos de portfólio:• O Portfólio Particular• O Portfólio de Aprendizagem• O Portfólio DemonstrativoO primeiro tipo de Portfólio, o particular, geralmente é utilizado pelos professores para manter registros de seus alunos, como boletim, informações pessoais como históricos médicos e número de telefone dos pais etc. São na maioria das vezes realizados registros sistemáticos, de observações de conduta, atitudes, situações e anotações de entrevistas feitas com os alunos, sendo algumas vezes com seus familiares.O segundo tipo, o de aprendizagem, favorece a reflexão sobre o próprio aprendizado e possibilita uma comunicação mais direta entre professor e alunos e desses com os diversos conteúdos. Contem anotações, rascunhos e esboço preliminar de projetos em andamento, amostras de trabalhos e diário de aprendizagem do estudante. Esse material é de consulta tanto do professor quanto ao aluno. Caso permaneça na escola, poderá ser guardado em arquivos com repartições ou guardados em prateleiras por ordem alfabética.Já o terceiro tipo – o Portfólio demonstrativo– agrega os elementos do portfólio particular e o de aprendizagem, evidenciando os resultados dos trabalhos realizados, quer sejam aqueles que demonstram crescimentos efetivos quer sejam aqueles que apontam os problemas de aprendizagem. É composto de amostras representativas de trabalhos que demonstram os avanços importantes do aluno ou problemas persistentes. Quando se tratar de crianças, o professor poderá dar aos pais, que além de poder escolher itens para o portfólio demonstrativo, podem no final do ano apresentá-lo para a professora da série seguinte. Contem fotografias, gravações, desenhos, cópias de relatos narrativos dos alunos, trabalhos artísticos, pesquisas, produções diversas e diários de aprendizagem. No ensino superior, o estudante apresenta o seu percurso de aprendizagem, evidencia os textos lidos, apresenta os trabalhos realizados, bem como os demais item anteriormente mencionados, como fotografias, desenhos etc.CARACTERÍSTICAS PRINCIPAISDe acordo com Hernández (1998; 2000), o Portfólio é definido como uma coleção seletiva de itens que revelam, conforme o processo se desenvolve, a reflexão sobre os diferentes aspectos do crescimento e do desenvolvimento de cada aluno, ou de cada grupo de alunos. O aluno é orientado para ser claro e objetivo ao revelar, analisar e discutir sua própria aprendizagem e desenvolvimento durante o processo, por meio de comentários pessoais integrados em cada momento de sua produção ao compor o Portfólio.Esses comentários constituem um importante instrumento de avaliação e de auto-avaliação, devendo o aluno registrar as aprendizagens mais significativas dos conteúdos abordados, evidenciando reflexões sobre a sua construção, isto é, o que aprendeu, se ampliou seu conhecimento, seja por meio das aulas, textos, pesquisas, palestras, seminários, reportagens, vídeos, trabalhos de extensão à comunidade. (HERNÁNDEZ, 1998; 2000)Finalmente, vale mencionar que, segundo Villas Boas (2004; 2006), em educação o portfólio apresenta várias possibilidades: uma delas é a sua construção pelo aluno. Neste caso, reforça a ideia de ser o portfólio uma coletânea de suas produções, as quais apresentam as evidências da sua aprendizagem. É organizado por ele próprio para que ele e o professor, em conjunto, possam acompanhar o seu progresso. Serve para vincular a avaliação ao trabalho pedagógico em que o aluno participa da tomada de decisões, de modo que ele formule suas próprias idéias, faça escolhas e não apenas cumpra as prescrições do professor e da escola. Conforme preconiza a autora, nesse contexto, a avaliação se compromete com a aprendizagem de cada aluno e deixa de ser classificatória e unilateral. O portfólio é uma das possibilidades de criação da prática avaliativa comprometida com a formação do cidadão capaz de pensar e de tomar decisões. Para Villas Boas, alguns princípios–chave orientam a sua construção, a saber:- O primeiro deles, como se percebe, é o da sua construção pelo próprio aluno, possibilitando- lhe fazer escolhas e tomar decisões.- Essa construção é feita por meio da reflexão, porque o aluno analisa constantemente as suas produções. Além disso, ele é estimulado a realizar atividades complementares, por ele selecionadas.- Esse processo favorece o desenvolvimento da criatividade, porque o aluno escolhe a maneira de organizar o portfólio e busca maneiras diferentes de aprender.- Enquanto assim trabalha, ele está permanentemente avaliando o seu progresso. A autoavaliação é, então, um componente importante.- O trabalho pedagógico e a avaliação deixam de ser de responsabilidade exclusiva do professor. A parceria passa a ser um princípio norteador das atividades.- A vivência desse processo dá oportunidade ao aluno de desenvolver sua autonomia frente ao trabalho pedagógico. Ele percebe que pode trabalhar de forma independente e não ficar sempre aguardando orientação do professor. Forma-se, assim, o cidadão e o trabalhador capaz de ter inserção social crítica.- O trabalho com o portfólio tem início com a formulação dos seus propósitos, para que todos saibam claramente em que direção irão trabalhar. Poderá haver propósitos comuns ao grupo de aluno se outros criados por cada um deles, para que atendam seus interesses individuais.Ainda na perspectiva de Villas Boas, é necessário que professores e alunos, em conjunto, definam os descritores (critérios) de avaliação, levando em conta, entre outros aspectos, os propósitos. Como os dois segmentos avaliam a construção do portfólio, ambos devem se basear nos mesmos critérios. Para a autora, a adoção adequada do portfólio favorece a prática da avaliação formativa, voltada para o desenvolvimento do aluno, do professor e da escola. Além disso, o seu uso permanente faz com que deixe de ser apenas um instrumento de avaliação e passa ser a própria organização do trabalho pedagógico da escola como um todo e da “sala de aula”. Considerando ainda que posso contribuir, nesse espaço, para o processo formativo dos professores, seguem os itens que compõem o portfólio para trabalhar na Educação Básica:+ Diários de aprendizagem;+ Mostra de trabalhos;+ Registros de caso;+ Registros sistemáticos;+ Trabalhos artísticos;+ Produtos de avaliação de desempenho;+ Fotografias;+ Registros escritos;+ Entrevistas com os alunos;+ Registros de reuniões de análise de portfólio;+ Relatos narrativos.



http://elis-mileumaideias.blogspot.com/2009/06/o-que-e-portifolio_16.html






O CANDIDATO SUMIU.
( Correio Braziliense, 28 de março de 2010.)

O mercado de trabalho formal teve um crescimento bem significativo no 1º bimestre desse ano, o difícil é imaginar que muitos candidatos a vagas sequer aparecem no dia da entrevista.
Uma pesquisa que foi divulgada pela empresa CURRICULUM afirma que 35,3% dos entrevistados já faltaram uma entrevista de emprego e que 64 % conhecem alguém que também já faltou. Os recrutadores afirmam essas estatísticas em todo o pais, a maioria das pessoas faltam por falta de interesse pela vaga deixando assim aqueles que realmente precisam e querem se chance.
Segundo uma consultora de RH o erro não esta em faltar a entrevista e sim não justificar o motivo pelo qual o candidato estaria faltando. Outro detalhe importante e que se o candidato deixa de comparecer nesses casos, por essa atitude ele pode ter ate seu currículo excluído de um banco de vagas, essa atitude futuramente implicará em uma recolocação dessa pessoa no mercado de trabalho. Outro ponto chave é que esta ficando cada vez mais difícil fazer processos seletivos para muitas vagas pois, para uma vaga o ideal é entrevistar pelo menos três candidatos por vaga e na maioria das vezes num aparece nem um.

Aula dia 26/03/2010


A SEGURANÇA E VOCÊ.
(Correio Braziliense, 21 de março de 2010)
Na capital do país podemos dizer que a maior parte das pessoas sonham em passar em um concurso ter estabilidade financeira, mas existem as exceções, tem pessoas que buscam um status em uma empresa de iniciativa privada será que isso é possível. É possível sim, mas neste caso o seu status dependerá de você do seu desempenho profissional e da sua capacidade de se relacionar com os outros.
Antigamente as empresas procuravam profissionais altamente qualificados hoje, além disso, o funcionário deverá ter responsabilidade, e comprometimento como características essenciais para o crescimento dentro de um local de trabalho. Funcionário tem que ser bom em tudo o que ele faz quando ele faz isso e consegue passar isso para as pessoas ele acaba criando uma boa rede de contatos e assim o mercado esta de portas abertas para eles.
Mas existem fatores que fazem a diferença que é a flexibilidade e a capacidade de adaptação diante dos diversos cenários que surgem e o segundo fala da capacidade de obter resultados, pois o mercado nos impõem diversos desafios e para chegar lá temos que superá-los sempre e mostrando bons resultados. E nunca deixar de se atualizar pois essa é uma das maiores exigências do mercado hoje. Fazendo e mostrando todos esses aspectos positivos a segurança é certa.

Aula dia 19/03/2010


ESCOLHA FÉRTIL.
(Correio Braziliense, dia 14 de março de 2010.)


A disputa por cursos tradicionais de graduação tem diminuído nos últimos tempos, pois, os cursos tecnólogos têm virado uma tendência que já aparece sem estatísticas em nosso pais “ Uma pesquisa apontada pelo MEC ,no Sistema Unificado (SISU) 28% do total de inscrições optaram, neste ano pela formação superior de curta duração.
Por muitos anos muitos não procuravam este tipo de curso porque havia certo preconceito ou receio em relação a eles, mas as vantagens desses cursos têm mudado a opinião de muitos, e esse tipo de curso mostra que o nosso país esta sim em desenvolvimento, isso é muito bom afirma os profissionais da área.
As vantagens dos cursos tecnológicos é que eles tem tido uma enorme receptividade no mercado de trabalho, essa recepção chega a ser tão alta que muitos evidente e que o curso tecnólogo funciona do mesmo jeito que um curso de graduação pois, o candidato tem os mesmos direitos de fazerem concursos para nível superior e que o mercado já esta um pouco cansado de bacharéis ele esta precisando um pouco de técnicos por isso que esta aumentando cada vez mais essa aceitação.

Aula dia 12/03/2010



PROGRAMADOS PARA DEMITIR.
( Correio Braziliense, dia 7 de março de 2010.)

Profissionais são contratados para demitir, na realidade esse tipo de profissional não serve apenas para demitir funcionários e sim para analisar como esta a situação da empresa o objetivo dele é “ traçar novas metas em momentos de dificuldade e, se necessário for demitir eles são treinados para isso, mas eles afirmam que sempre fará o possível para não precisar demitir ninguém. Mas se a situação é critica fazemos a analise do que será melhor neste momento.”( Afirma a especialista de RH Marillac de Castro).
As características desses profissionais uma delas é a segurança e a outra a paciência, agora o mais importante nesse profissional e ver o que realmente aquela organização esta precisando naquele momento, pois, se for tomada uma decisão errada esta organização ficará prejudicada por um longo prazo.

Aula dia 05/03/2010


Nesta Aula fizemos uma dinâmica, cujo o nome é reporter por um dia.


A professora Ana Maria, nos propos que formassemos duplas e entrevistassemos nossos colegas de sala de Aula.

Nessa dinâmica consistia em informar o nome, o significado do nome, a idade, o estado civil, o que gostava de fazer nas horas vagas entre outras informações.

O interessante dessa entrevista foi que muitas vezes nós estudamos com varias pessoas ao longo do semestre e se quer sabemos o nome dele, para mim o grande foco foi esse e o melhor foi muito descontaido e bem elaborado.


Adassa Andrade.

Aluna do IESA.

Portifolio Acadêmico.

Este Portifólio foi desenvolvido como pré requisito para a disciplina Administração de Recursos Humanos I, ministrado pela professora Ana Maria Oliveira, da graduação de Administração de Empresas do Instituto de Educação e Ensino Superior de Samambaia ( IESA ), no ano de 2010.

Contempla os conteúdo disciplinares da ementa como também apresenta conhecimentos transdiciplinares básicos para o contexto estudado.